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quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Juiz Bloqueia a Apólice de Pesquisa da Célula-Tronco Embrionária do Obama

Um juiz federal na segunda-feria bloqueou a apólice de pesquisa da célula-tronco embrionária, concluindo que a tal transgride uma proibição em fundos federais os quais são usados na destruição de embriões humanos.
O interdito preliminar foi emitido como uma ação judicial contra os procedimentos da apólice no tribunal.

"As pessoas americanas não devem ser forçadas a pagar por experiências – proibidas por lei federal – que destroem vida humana," disse Steven H. Aden, conselho legal sênior da Aliança da Defesa de Fundos. "O tribunal está simplesmente reforçando uma lei já existente, que foi passada pelo Congresso que preveni americanos de pagarem outro centavo por pesquisas de embriões humanos desnecessárias".

ADF é co-conselho na ação judicial, Sherley vs. Sebelius.

Pesquisadores e grupos pró-vida, incluindo o Nightlight Adoções Cristãs e a Associação Médica Cristã, colocaram em processo uma ação judicial ano passado depois que o Presidente Obama assinou uma ordem executiva, removendo limitações na pesquisa da célula-tronco embrionária e expandindo financiamento federal.

Muitos grupos pró-vida igualam a pesquisa de célula-tronco embrionária ao aborto porque a tal precisa da destruição do embrião durante o processo de colher as células-tronco.

No processo, os que deram queixa discutiram que a pesquisa viola uma lei conhecida como a Emenda Dickey/Wicker, a qual proíbe fundos federais de serem usados para destruir embriões humanos para pesquisas.

O processo foi desconsiderado outubro passado pelo Juiz Chefe Royce C. Lamberth do Tribunal do Distrito Federal pelo Distrito de Colúmbia, o qual disse que os queixosos não tinham razões suficientes para continuar o proceso.

A desconsideração foi revertida em junho pelo Tribunal de Apelos dos EUA para o circuito de D.C, o qual determinou que os que deram queixa tinham "razões competitivas" para processar e foi mandada de volta para o Juiz Lamberth.

Lamberth rejeitou argumentos que a Emenda Dickey-Wicker de 1996 era ambígua. Ele disse que a linguagem do estatuto é simples e claramente proíbe o gasto de fundos federais em "uma pesquisa na qual um embrião humano ou embriões são destruídos."

"Concluindo que a Emenda Dickey-Wicker não era ambígua, a questão diante do tribunal é se a pesquisa da ESC (Célula-Tronco Embrionária) é uma pesquisa na qual embriões humanos são destruídos. O Tribunal conclui que é," escreveu.

"A pesquisa da ESC é claramente uma pesquisa em que o embrião é destruído. Para conduzir a pesquisa da ESC, células-tronco embrionárias têm que ser derivadas de um embrião. O processo de derivar ESCs de um embrião resulta na destruição dele. Assim,a pesquisa da ESC necessariamente depende da destruição de um embrião humano. "

Elogiando a decisão, Aden do ADF comentou, "Ninguém deve ter a permissão de decidir se uma vida inocente têm valor ou não."

Ele também falou sobre o êxito da pesquisa de célula-tronco adulta e disse que experimentos nas células-tronco embrionárias não são nem necessários.

"Em situações econômicas as quais estamos enfrentando agora, não faz sentido para o governo federal usar dólares preciosos do contribuinte para este propósito ilegal e anti-ético," declarou Aden.

Os que deram queixa na ação judicial são pesquisadores que trabalham exclusivamente com células-tronco adultas. Eles discutiram que obter financiamento federal é necessário para continuar a pesquisa deles, mas financiar a pesquisa da ESC têm aumentado a competição pelas fontes limitadas do Institutos Nacionas de Saúde.

Fonte: Cristian Post / http://webradiogospel.com.br
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