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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Psiquiatra proibido de exercer após violar grávida de 8 meses

Juiz de instrução ordenou a suspensão da profissão a João Vasconcelos Vilas Boas suspeito de ter violado no seu consultório, na Foz, uma mulher de 30 anos grávida de 34 semanas.
O psiquiatra suspeito de ter violado durante uma consulta uma paciente em adiantado estado de gravidez foi ontem suspenso por ordem do Tribunal de Instrução Criminal do Porto de toda a actividade profissional privada ou pública. O juiz ordenou ainda que o arguido se apresente periodicamente no posto policial da área da sua residência, estando proibido de se ausentar do país.
João Vasconcelos Vilas Boas foi ouvido no TIC durante todo o dia de ontem em primeiro interrogatório judicial depois de ter sido detido pela Polícia Judiciária (PJ) anteontem. Na quinta-feira ainda foi presente ao Ministério Público e passou a noite nas celas prisionais da Polícia Judiciária. À saída do TIC nem o arguido nem o seu advogado prestaram quaisquer declarações.

Os factos remontam ao Verão passado. O médico, de 48 anos, e com consultório privado na Rua de Gondarém, na Foz, seguia há algum tempo a paciente que sofria de depressão. Terá sido nessa altura que o psiquiatra aproveitando-se do estado emocional da mulher, de 30 anos, a violou. A vítima estava grávida de 34 semanas (oito meses). Segundo fonte policial, o arguido terá mesmo recorrido à força física para conseguir os seus intentos. Manietou a paciente de forma a quer ela não pudesse resistir aos abusos.

No próprio dia, a mulher terá apresentado queixa contra o médico na esquadra da PSP e dali foi encaminhada para o Instituto de Medicina Legal do Porto onde efectuou exames médico-legais, tendo sido colhidos todos os indícios que pudessem comprovar a violação. A investigação da PJ levou depois alguns meses até à detenção mas foram determinantes os testes de ADN e os vestígios biológicos pertencentes ao agressor e encontrados na vítima.

Foi já com a investigação policial a decorrer que a mulher acabou por dar à luz a criança. Aparentemente a violação não afectou directamente a gestação mas a paciente permaneceu doente, com depressão e realizando perícias psíquicas sempre com o acompanhamento da PJ.
O crime aconteceu no consultório do médico situado numa das zonas mais conceituadas do Porto. João Vasconcelos Vilas Boas não tem antecedentes criminais mas o inquérito vai prosseguir. Embora o psiquiatra vá aguardar pela realização do julgamento em liberdade não está livre de ser condenado com pena de prisão. O Código do Processo Penal prevê para este tipo de crime uma punição entre os três e os dez anos de prisão efectiva. Tudo no entanto dependerá como decorrer a fase de inquérito e a configuração do crime a decidir pelo Ministério Público. Até lá fica impedido de exercer.

Ontem, acompanhado pelo advogado, João Vasconcelos Vilas Boas entrou como saiu: rapidamente e evitando prestar declarações sobre o assunto. À porta do TIC, três familiares do médico estavam em choque com o ocorrido e foi com alguma emoção que receberam a notícia pelo advogado sobre as medidas de coacção aplicadas pelo juiz.

Fonte: DNPortugal / http://webradiogospel.com

Psychiatrist forbidden to exercise after violating 8 months pregnant

Investigating magistrate ordered the suspension of the profession Vasconcelos João Vilas Boas suspected of having violated at his office, at the mouth, a woman of 30 years to 34 weeks pregnant. The psychiatrist suspected of having violated during a consultation a patient in an advanced state of pregnancy was yesterday suspended by order of the Court of Criminal Port of any gainful private or public. The judge further ordered the defendant to report periodically to the police station in your area of residence, being forbidden to leave the country. Joao Vasconcelos Vilas Boas was heard in ICT throughout the day yesterday in the first judicial interrogation after being arrested by the Judicial Police (PJ) yesterday. On Thursday it was still present to the public prosecutor and spent the night in the prison cells of the Judicial Police. Outside the ICT or the accused nor his lawyer provided any statements. The facts date back to last summer. The doctor, 48, and in private practice Gondarém Street, at the mouth, followed for some time the patient suffering from depression. Was it then that the psychiatrist taking advantage of the emotional state of women of 30 years, violated. The victim was pregnant 34 weeks (eight months). According to police sources, the accused will have even resorted to physical force to achieve their intentions. Stifle the patient is not whether it could withstand the abuse. On the same day, the woman lodged a complaint against the doctor in the Police station and thence was sent to the Institute of Forensic Medicine of Porto, where he carried out forensic examinations, have been collected all the evidence that could prove the infringement. The investigation of the PJ led for several months until the arrest but were crucial DNA tests and biological evidence pertaining to the offender and the victim found. It was only with the police investigation underway that the woman eventually gave birth to the child. Apparently the violation does not directly affected pregnancy but the patient remained ill with depression and mental skills when performing to the accompaniment of the PJ. The incident occurred on the doctor's office located in one of the most prestigious of Porto. João Vasconcelos Vilas Boas has no criminal record but the investigation will continue. Although the psychiatrist go wait for the trial in freedom is not free to be sentenced to imprisonment. The Code of Criminal Procedure provides for this type of crime a punishment between three and ten years in prison. It however will depend on how during the investigation stage and the configuration of the crime to be decided by the prosecutor. Until that is unable to carry. Yesterday, accompanied by the lawyer, John Vasconcelos Vilas Boas came out as: quickly and avoiding testify on the subject. At the door of ICT, three relatives of the doctor were shocked by what happened and it was with some excitement that greeted the announcement by the attorney about the coercive measures applied by the court.

Fonte: DNPortugal / http://webradiogospel.com
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