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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Pesquisadores franceses criam pele com células-tronco humanas

Pesquisadores franceses afirmaram ter descoberto uma forma de usar células-tronco embrionárias humanas para criar pele nova, que poderia ser usada em vítimas de queimaduras graves.
De acordo com os pesquisadores do Instituto de Terapia com Células-Tronco de Evry, na França, as células-tronco podem ser cultivadas e transformadas em pele em 12 semanas.
Esta pele de células-tronco poderia resolver os problemas de rejeição que os pacientes com queimaduras sofrem atualmente.
Christine Baldeschi, que liderou o estudo, afirmou que os resultados são promissores.
A pesquisadora disse que a nova técnica poderá levar à criação de um "recurso ilimitado para a substituição temporária da pele em pacientes com grandes queimaduras, que aguardam enxertos".
A pesquisa foi publicada na revista especializada Lancet.
Desenvolvimento embrionário
A técnica francesa copiou as etapas que levam à formação da pele durante o desenvolvimento embrionário.
Os estudiosos colocaram as células em uma rede artificial que ajudou estas células a formarem uma camada de pele.
Esta pele foi enxertada em cinco camundongos e, 12 semanas depois, apresentava uma estrutura compatível com a da pele humana.
Os pesquisadores agora planejam testar a nova técnica com pacientes humanos.
Atualmente, pacientes com queimaduras graves podem ser tratados com o uso de uma técnica que cultiva pele nova usando células da pele do próprio paciente.
No entanto, o cultivo desta nova pele demora três semanas, e o paciente fica exposto ao risco de infecções e desidratação.
Pele de cadáveres é usada durante este período para cobrir as queimaduras, mas a disponibilidade é limitada e geralmente esta pele é rejeitada pelo sistema imunológico do paciente.
Outro método que já foi tentado envolve o uso de redes artificiais nas quais as células podem ser cultivadas, mas esta técnica não funciona em grandes queimaduras. Há também o aumento do risco de rejeição e transmissão de doenças, já que esta técnica usa material de vacas e outras pessoas.
Holger Schluter, do Centro de Estudo do Câncer Peter MacCallum em Melbourne, Austrália, afirmou que o estudo francês é um progresso.
"Esta descoberta sugere que a pele derivada de células-tronco embrionárias pode ser transplantada para pacientes com queimaduras que esperam enxertos de pele, com um risco reduzido de rejeição", afirmou.


French researchers create skin with human stem cells
French researchers said they found a way to use stem cells to create human embryonic new skin, which could be used in victims of severe burns. According to researchers at the Institute of Therapy with Stem Cell Evry, France, the stem cells can be grown and processed in the skin in 12 weeks. This skin stem cells could solve the problems of rejection that patients with burns suffer today. Christine Baldeschi, who led the study, said the results are promising. The researcher said the new technique could lead to the creation of a limitless resource for the temporary replacement of the skin in patients with major burns, awaiting grafts. The research was published in the journal Lancet. Embryo The French technique copied the steps that lead to the formation of the skin during embryonic development. The researchers placed the cells in an artificial network that helped these cells form a layer of skin. This skin was grafted on five mice and 12 weeks later, showed a structure compatible with human skin. The researchers now plan to test the new technique to human patients. Currently, patients with severe burns can be treated using a technique that grows new skin by using skin cells from the patient himself. However, the cultivation of this new skin takes three weeks, and the patient is exposed to the risk of infections and dehydration. Skin from cadavers is used during this period to cover the burns, but availability is limited and this skin is usually rejected by the patient's immune system. Another method that has been tried involves the use of artificial networks in which cells can be grown, but this technique does not work in large burns. There is also increasing the risk of rejection and disease transmission, since this technique uses material from cows and other people. Holger Schluter, the Center for Study of the Peter MacCallum Cancer in Melbourne, Australia, said the French study is progress. "This finding suggests that skin-derived stem cells can be transplanted into patients with burns hoping skin grafts, with a reduced risk of rejection," he said.

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