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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Futura liderança divide a Europa

As divisões voltam a marcar a União Europeia, desta feita na escolha dos responsáveis daqueles que serão os dois cargos mais importantes previstos no novo Tratado de Lisboa: o presidente do Conselho Europeu e o chefe da diplomacia. A Suécia, que detém a Presidência rotativa da União, terminou ontem as consultas aos 27 membros e a unanimidade está longe de ser alcançada.
Nos bastidores, fala-se em vários nomes para os dois cargos e há alguns favoritos. Para presidente circulam os nomes de Tony Blair, ex-primeiro-ministro britânico, de Jean-Claude Junc-ker e de Herman van Rompuy, actuais líderes do Luxemburgo e da Bélgica, sendo que o último é o que parece reunir mais consenso. A Alemanha e a França manifestaram inicialmente algumas reservas em relação a Blair – que enquanto foi chefe do governo não conseguiu que o seu país adoptasse o euro –, mas agora o chefe da diplomacia de Paris, Bernard Kouchner, assegura que não tem favoritos.
Para o responsável da política externa europeia, que ao abrigo do Tratado de Lisboa terá poderes mais alargados, o nome de David Miliband, chefe da diplomacia britânica, era o mais consensual. Mas este distanciou-se, e ontem Gordon Brown aumentou as pressões, deixando claro que Blair é o único candidato do seu país na corrida aos lugares europeus. O italiano Massino d’Alema, o sueco Carl Bildt, o finlandês Olli Rehn, o francês Michel Barnier, a austríaca Ursula Plassnik e a grega Anna Diamantopoulou são agora os nomes avançados para substituir Javier Solana. A decisão formal será tomada numa cimeira a realizar ainda este mês, depois de encontrado um consenso, o que talvez venha a acontecer na próxima semana.

OS CANDIDATOS A PRESIDENTE DO CONSELHO EUROPEU

Herman Van Rompuy

O primeiro--ministro belga, de 62 anos, emergiu como candidato favorito nesta corrida.

Tony Blair

O ex-primeiro--ministro britânico, de 55 anos, já foi favorito, mas não tem o apoio da Alemanha e da França.

Jan Peter Balkenende

O primeiro--ministro holandês, de 53 anos, é um potencial candidatode compromisso.

Jean-Claude Juncker

O chefe do governo do Luxemburgo, de 54 anos, foi um dos arquitectos do Tratado de Maastricht.

Paavo Tapio Lipponen

O ex-líder finlandês, de 68 anos, oferece um compromissoentre os grandes e os pequenos.

Wolfgang Schuessel

O ex--chanceler austríaco, de 64 anos, tem boas hipóteses pelas boas relações com Angela Merkel.

Vaira Vike-Freiberga

A ex--presidente da Letónia, de 71 anos, tem alguns apoios. É a ‘Dama de Ferro do Leste’

Fonte: CorreioManhã / http://webradiogospel.com/
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